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Governo do Estado investe na ampliação da rede hospitalar no nordeste paraense

Um passo importante para expandir a rede pública de saúde do estado. As obras de construção de dois novos hospitais no nordeste do Pará já estão em estágio avançado. Ambos serão referência em atendimento na região: o Hospital Regional de Castanhal e o Hospital Regional dos Caetés, em Capanema.

Com cerca de 50% dos serviços executados, o ritmo no canteiro de obras do Hospital Regional de Castanhal é intenso e aumenta à medida que as chuvas diminuem na região. São mais de 400 funcionários trabalhando no local, que terá 24.694 mil metros quadrados de área construída e a estrutura do prédio principal com quatro andares. “Estamos finalizando a estrutura da edificação e já iniciamos as instalações elétricas, hidráulicas, de ar condicionado e gases medicinais”, explica João Carlos Rocha, engenheiro do Consórcio Saúde Castanhal, responsável pela execução dos trabalhos, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop).

Localizado em uma área de fácil acesso, na Avenida dos Universitários, no bairro Jaderlândia III, quando ficar pronto, o Hospital Regional de Castanhal contará com 147 leitos, sendo 40 de UTI. A nova estrutura também terá um centro cirúrgico com seis salas, ambulatório de especialidades, radioterapia, quimioterapia e hemodiálise e será responsável por expandir a rede de serviços de média e alta complexidade, beneficiando moradores de mais de 20 municípios da região. Nele serão ofertados serviços de prevenção, orientação e controle de doenças crônicas e degenerativas, neurológicas, cardíacas e vasculares, de traumato-ortopedia, oncologia, diálise e urgência e emergência geral. Orçada em mais de R$ 80 milhões, obra deve ser entregue no final de 2018.

Capanema

Outro município do nordeste paraense também se prepara para receber um reforço importante na área da saúde. Capanema a 160 km de Belém vai ganhar um novo Hospital Regional Público dos Caetés, com capacidade para assistir 500 grávidas ao mês. O hospital terá 60 leitos, sendo 10 de UTI adulto e outros 10 para UTI neonatal.

 “Vamos oferecer um conjunto completo de diagnóstico avançado para o atendimento das mães e seus bebês. Esse novo hospital público será um grande suporte dentro da rede de saúde do Estado, desconcentrando o serviço que até então somente a Santa Casa, em Belém, oferecia”, explica o titular da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Vitor Mateus.

A obra física já está com 40% de execução. A estrutura em alvenaria dos três andares já está pronta. As equipes de trabalhadores estão atuando agora nos revestimentos, com reboco interno e externo e na execução das instalações hidrossanitárias. O projeto está orçado em R$ 37 milhões, sendo R$ 25 milhões para as obras físicas e outros R$ 12 milhões para aquisição de equipamentos, que vão garantir o melhor atendimento às mulheres da região.

Além desses, o Governo Jatene também trabalha na finalização das obras em hospitais municipais de pequeno porte, que estão sendo requalificados e equipados com recursos exclusivos do governo do Pará, para reforçar a estrutura de saúde nos seguintes municípios: Ipixuna do Pará, São Caetano de Odivelas, Garrafão do Norte, Concórdia do Pará, Mojuí dos Campos, Jacareacanga, Castelo dos Sonhos (distrito de Altamira) e Novo Progresso.

Por Marlicy Bemerguy

Programa Asfalto na Cidade garante mobilidade urbana

As primeiras ações do programa Asfalto na Cidade vão beneficiar, diretamente, 56 municípios em dez regiões de integração do estado. Destes, inicialmente, 13, já estão recebendo os serviços de recuperação, pavimentação asfáltica e drenagem superficial. Cada obra tem prazo previsto de 120 dias para conclusão. Nos demais municípios somente após o período de chuva os trabalhos serão iniciados.
 
O programa é de responsabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), e visa melhorar a mobilidade urbana no estado e contribuir para o aumento da qualidade de vida da população.
 
Já estão executando obras do Asfalto na Cidade os seguintes municípios: Santa Izabel do Pará, Castanhal, Maracanã, Breu Branco, Pau D’arco, Cametá, Santarém, Bagre, Salvaterra, Quatipuru, Marabá, Medicilândia e Porto de Moz. No total, serão aproximadamente 250 quilômetros de vias pavimentadas, com investimentos do tesouro estadual equivalente a R$120.000.000,00.
 
Em 2017, a Sedop ampliou as ações do programa. Foram alcançados 79 municípios nas 12 regiões de integração. Ao todo, 29 obras de pavimentação e recuperação da infraestrutura dos municípios foram executadas. Ruas e avenidas receberam asfalto em CBUQ – concreto betuminoso usinado quente, gerando benefício à população paraense de 151,48 km, com investimentos de R$151.077.908,78.
 
Expandir o programa nas regiões de integração confirma a proposta do governo do estado em garantir mobilidade urbana, segurança e aumentar a qualidade de vida nos municípios, além da fluidez no trânsito, afirmou o secretário adjunto de obras, Pedro Abílio. Ele reiterou que as ações do Programa seguem cronograma observando as condições climáticas do nosso estado. Neste sentido, em alguns municípios a obra está em execução, enquanto outros aguardam passar o período de chuva.   
 
Por Izabel Cunha

Praça Canto do Curió Utinga é entregue à população do entorno do Parque Ambiental

"Agora temos um espaço melhor, mais confortável e seguro para a diversão de nossas crianças e lazer de todos", afirmou Joane Boás, de 43 anos. Ela é a mãe da pequena Sophia, de 5 anos, e comemora ao ver a nova praça da comunidade, no bairro do Curió-Utinga, em Belém. O espaço, localizado nas proximidades do Parque Estadual do Utinga (Peut), foi entregue oficialmente, neste domingo (01). A cerimônia contou com a presença da comunidade local, do governador Simão Jatene e de outras autoridades.
 
“Esse bairro está passando por uma transformação acelerada e o Estado tem sido um permanente parceiro nessa construção. As pessoas estão melhorando suas casas, seu modo de viver, basta lembrar e ver as imagens de como era antes. Mas a gente sentiu falta de um espaço maior de uso coletivo. E essa foi a ideia que norteou a criação dessa praça que, de certa forma, complementa e é complementada pelo próprio Parque do Utinga", explicou o governador Simão Jatene.
 
O espaço de cerca de 2 mil metros quadrados  foi todo urbanizado, totalizando um investimento de mais de R$ 816 mil. Recebeu iluminação pública, gramado, calçamento, além de brinquedos infantis, pintura da adutora, passarela de placa de concreto, piso tátil e rampa de acessibilidade.
 
Toda essa estrutura foi elogiada pela comunidade.
 
"Antes levava minha filha para brincar em outros lugares, porque aqui era só mato. Hoje contamos com um espaço bonito, com brinquedos e conforto para o lazer. Sem dúvida será uma praça muito bem aproveitada por todos os moradores", opinou Luma Oliveira, 26, enquanto a filha, Luiza, 2, se divertia nos novos brinquedos.
 
Além da área para o lazer infantil, o lugar dispõe de uma academia ao ar livre, beneficiando jovens e adultos. Dona Laura Assis, 53, e sua irmã Deusa Assis, 54, nascidas e criadas no bairro, comemoram as mudanças. "Ganhamos recentemente o novo Utinga e agora essa praça toda  equipada. Faço minhas caminhadas no Parque e já estou ansiosa para começar a utilizar os aparelhos e me exercitar em um lugar como esse, aconchegante", afirmou dona Laura.
 
"Nasci e me criei aqui, e há alguns anos passei a morar em Mosqueiro. Vim passar a Páscoa com minha família e foi muito bom ver como tudo mudou para a melhor. Trouxe até meu neto, Samuel, para brincar. Ficou bonito. Nem parece aquele lugar da minha infância", complementou dona Deusa.
 
A Praça "Canto do Curió Utinga" também dispões de dois quiosques com deck’s. Em um deles é possível comprar artesanatos produzidos pela comunidade. O artesão Orlando Serra, 56, nasceu e sempre morou no bairro, e agora é um dos expositores da praça. Ele trabalha com arte em pneus desde os 13 anos e nos últimos seis, sustenta sua família com a venda dos objetos de decoração. "Esse material iria parar nas ruas e igarapés. Com ele faço minha arte e ainda ajudo a preservar o meio ambiente. Com essa nova praça, posso dar mais visibilidade aos meus produtos", contou.
 
As artesãs Sandra Carvalho, 55, e Alessandra Barros, 45, também dividem o espaço com suas produções, como bonecas, enxoval para crianças, objetos de decoração, aventais, entre outros trabalhos feitos com corte e costura. "É um benefício para nós da comunidade, um trabalho de inclusão que está sendo feito", acredita Sandra. "Esta não é apenas uma praça para o lazer, para nós é um espaço para negócios, uma fonte de renda", finalizou Alessandra.
 
Os serviços na praça foram executados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), em parceria com a Prefeitura de Belém, com o apoio técnico da Companhia de Habitação do Pará (Cohab). O trabalho de recuperação do espaço teve início em outubro de 2017, com duração de cinco meses.
 

Melhorias 

 
A área do entorno do Peut recebeu obras de infraestrutura e reurbanização beneficiando diretamente 200 famílias que moravam dentro da área de Proteção Ambiental (APA) de forma desordenada. Entre as melhorias estão às ligações de água e esgoto, instalação de iluminação pública, drenagem, construção de uma quadra poliesportiva, assim como a pavimentação das vias e a desobstrução do igarapé Murutucu, para facilitar o escoamento das águas pluviais da Avenida João Paulo II.
 
A comunidade contou, ainda, com o auxílio do Cheque Moradia para construção e reforma das residências, o benefício do CredCidadão e a oferta de cursos de qualificação profissional. A iniciativa é um desdobramento do trabalho de revitalização do Parque do Utinga e faz parte do projeto sustentável desenvolvido pelo governo do Estado em busca de garantir melhores condições de moradia, de oportunidades, de geração de emprego e de renda para os moradores.
 
"Esse projeto é dividido em várias etapas. A primeira foi lá na comunidade do Pantanal; a segunda é essa parte de humanização daqui, de apoio ao Parque do Utinga que, ao mesmo tempo, é uma área de lazer para todos. Já foi licitado e ainda este mês deve iniciar a obra do igarapé para facilitar a drenagem da Avenida João Paulo II, nos trechos de alagamento. Já a terceira etapa compreende as melhorias no perímetro entre as avenidas João Paulo II e Almirante Barroso, até o entroncamento", explicou a presidente da Cohab, Lene Farinha.
 
Entre os que acompanharam essa evolução do bairro do Curió-Utinga está dona Clara Queiroz. Ela conta que, ao longo de seus 101 anos, nunca viu uma transformação tão grande no bairro, como a que está vendo atualmente. "Nunca presenciamos uma mudança tão grande como esta. São coisas importantes que mudam a realidade de todos. É o resultado de uma gestão bem feita. Espero que continue assim", comemorou.
 
Ao lado de seu genro, Valdir Modesto, 82 anos, ela aproveita a nova praça para pegar o sol pela manhã e admirar a movimentação de visitantes do Peut. "Me sento e fico apreciando as crianças brincando, as pessoas passando. Mas o melhor horário para estar aqui é no finalzinho da tarde. O movimento é intenso e a temperatura muito agradável", contou dona a senhora. "O governo, mais uma vez, fez um bom trabalho. A população só tem a agradecer e zelar com carinho para manter este espaço sempre bonito", complementou Modesto.
 
"Esta é mais uma obra que tem a população como grande financiadora. É por meio dos impostos de cada paraense, que o governo consegue fazer estas melhorias. É um importante espaço para todos usarem, mas também cuidarem", finalizou o governador Simão Jatene.
 

Utinga

 
O Parque Estadual do Utinga foi reaberto à população no dia 16 de março. O novo espaço de lazer do Estado representa um investimento de cerca de R$ 36 milhões que possibilitou uma reestruturação especial para receber, de forma segura e adequada, praticantes de esporte ou aqueles que buscam apenas contemplar a natureza.
 
Segundo informações da Gerência do Parque, quase 32 mil pessoas já estiveram no Peut desde a sua reabertura. No primeiro final de semana, foram cerca de 20 mil, e no segundo, a média de visitantes ficou em 8 mil. Durante a semana, calcula-se que 300 pessoas passem diariamente pelo parque. A administração é feita pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio).
 
Criado em 1993 para preservar a biodiversidade local, no Utinga estão os lagos Bolonha e Água Preta, responsáveis pelo abastecimento de água de cerca de 70% da população de Belém. Entre as melhorias na Umidade de Conservação (UC) estão quatro quilômetros de pistas, preparados para caminhadas e passeios de bicicletas, patins e skates, um centro de recepção aos visitantes, equipado com auditório para 50 lugares e café, além de um grande estacionamento para 400 veículos. O projeto arquitetônico e paisagístico é assinado pelo secretário de Estado de Cultura, o arquiteto Paulo Chaves.
 
Em uma área de mais de 1.300 hectares, equivalente a 1.340 campos de futebol, é possível encontrar representantes de várias espécies da fauna e flora amazônica, entre elas mais de 200 aves e a maior biodiversidade de peixes em parques em todo o mundo, com 90 espécies de catalogadas. O espaço ainda mantém uma grande quantidade de insetos, além de mamíferos como macacos, preguiças e capivaras e répteis como tartarugas, jacarés e serpentes.
 
 
 
Por Lidiane Sousa

Moradores do Tucunduba comemoram primeira parte da obra do canal

 

            As obras do canal do Tucunduba, no trecho de 820 metros entre as Ruas São Domingos e Mundurucus, nos bairros do Guamá e Terra Firme, estão aos poucos mudando a paisagem desses lugares. A dona de casa Creuza Padilha mora às margens do canal há mais de quatro décadas e vem comprovando as mudanças.

“Tenho 59 anos e moro aqui com meu marido e meus três filhos há quase 40 anos. E sempre quando tinha maré alta, sofríamos com os alagamentos. Agora não”, diz. O marceneiro Edmilson dos Santos, 42 anos, também já percebeu as mudanças. “Antes eu e minha família morávamos em cima do canal. Fui remanejado e hoje percebo como as coisas mudaram por aqui”, comenta.

A obra de saneamento do canal do Tucunduba está sendo executada pelo Governo do Estado que já pavimentou duas grandes avenidas com cerca de 800 metros de extensão, nas duas margens do canal. A obra incluiu ainda o alargamento do canal – com a drenagem, dragagem e limpeza –, instalação de tubulação de esgoto, construção de calçadas, ciclo faixas, muretas de proteção, três pontes de concreto e uma passarela metálica. “No momento as equipes estão trabalhando na construção das novas pontes do Caraparu e da Brasília, que vão substituir as velhas pontes de madeira. Além destas, também será construída uma terceira ponte, próxima à Rua dos Mundurucus” explica o engenheiro Gilmar Mota, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), órgão responsável pela coordenação e fiscalização da obra.

Além da construção das novas pontes, cerca de 80 operários também trabalham no aterro e pavimentação dos 200 metros finais da obra, já próximo a Rua dos Mundurucus. Nessa etapa, 14 postes antigos de iluminação que causavam interferência na obra foram retirados e substituídos por novos, um trabalho feito em parceria com Rede Celpa.

Tucunduba

Considerada a segunda maior bacia hidrográfica da capital, o Tucunduba atravessa quatro bairros: Guamá, Terra Firme, Canudos e Marco. Nesta etapa, 149 famílias que ocupavam irregularmente o leito e as margens do canal foram cadastradas, sendo que 64 foram remanejadas para o residencial “Viver Melhor Primavera” construído pela Prefeitura, no bairro do Tapanã. O restante das famílias optou por receber indenização. A conclusão desse trecho está prevista para o primeiro semestre deste ano. Nesta primeira etapa estão assegurados investimentos no valor de R$ 34,2 milhões, recursos provenientes do Orçamento Geral do Estado e da Caixa Econômica Federal.

No cronograma de serviços da Sedop, o projeto de macrodrenagem da bacia do Tucunduba contempla ainda dois trechos: trecho 02 - já licitado - da Rua dos Mundurucus até a Passagem 2 de Junho. E o trecho 03 (que ainda será licitado) - da Passagem 2 de Junho até a Rua da Vileta. Com a conclusão das obras, serão beneficiados 250 mil moradores dos bairros de Canudos, Guamá, Terra Firme e Marco. O investimento total é estimado em R$ 121,8 milhões.

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